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Galicia

Navio hidrográfico D. Carlos I conclui missão de investigação científica na costa galaico-portuguesa

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19 Mayo 2019 354 votos
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Após 32 dias de missão, o NRP D. Carlos I regressou dia 14 à Base Naval de Lisboa depois de concluídos os trabalhos de recolha de dados e amostras para o projeto AQUIMAR – Caraterização geral de áreas Aquícolas para estabelecimento de culturas Marinhas, da manutenção da boia multiparamétrica de Faro e a colocação e recolha de uma boia multiparamétrica SUBECO no canhão de Setúbal. Entre 12 de abril e 14 de maio, o navio percorreu aproximadamente 3000 milhas náuticas (cerca de 5500 km) e navegou 550 horas, tendo praticado os portos de Leixões e Portimão.

Esta é a segunda missão do projeto AQUIMAR, que permitiu a recolha de dados para efetuar perfis de CTD (medição da condutividade, temperatura e profundidade da água), perfis ADCP (perfis de corrente ao longo da coluna de água) e a colocação de amarrações de correntómetros em 5 áreas costeiras, desde a costa algarvia, Sines, Peniche, Aveiro, Leixões e Viana do Castelo.

Foram realizadas cerca de 400 estações entre a batimetria dos 30 e dos 300 metros, que possibilitaram a recolha de amostras de água para análise em termos de parâmetros biológicos, físico-químicos e microplásticos.

Para o sucesso desta missão, contribuíram os 38 militares que constituem a guarnição do navio, 15 elementos das equipas técnicas do Instituto Hidrográfico, das áreas da Oceanografia e da Química e dois mergulhadores da Marinha Portuguesa. Em 2018, os navios NRP Almirante Gago Coutinho e NRP Auriga, realizaram, durante todo o mês de outubro, a primeira parte deste projeto.

O projeto AQUIMAR visa identificar quais as áreas da costa portuguesa mais apropriadas para a instalação de infraestruturas destinadas à aquicultura numa perspetiva de desenvolvimento sustentável. Para tal é necessário caraterizar as condições oceanográficas, físico-químicas, geoquímicas e biológicas junto à costa para otimizar a seleção de locais de implantação de unidades de cultivo.

Paralelamente, o navio realizou a recolha da boia multiparamétrica de Faro, e a colocação e recolha da boia multiparamétrica SUBECO ao largo do Canhão de Setúbal. Esta boia, em conjunto com outras quatro dispersas ao longo da costa portuguesa, permite a monitorização ambiental da Zona Económica Exclusiva Portuguesa, disponibilizando uma grande variedade de informação à comunidade cientifica e ao público em geral. 

 

 
 
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