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Concluído o primeiro levantamento histórico do caminho Braga-Santiago

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XornalGalicia 15 Mayo 2018 927 Votos

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Estudo com 400 páginas apresenta 80 documentos que comprovam a existência de um itinerário medieval de peregrinação e de comércio, hoje conhecido como Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros

O levantamento histórico dos últimos 60 quilómetros do Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros está concluído e constitui um trabalho “importante” para o reconhecimento oficial deste itinerário jacobeu que liga Braga a Santiago de Compostela.

 

O estudo “O Caminho Jacobeu de A Estrada – Um histórico caminho de peregrinação e comércio”, da autoria de Jorge Fernández, editado pela associação espanhola Codeseda Viva, reúne ao longo de 400 páginas mais de 80 documentos dos séculos XVI a XX, que comprovam a existência do itinerário em 60 dos 240 quilómetros que o compõem (Os restantes quilómetros encontram-se em estudo).

Jorge Fernández, um estudioso de história, arte e arqueologia, explica que abrange o troço do Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros melhor conhecido pelos envolvidos no estudo: desde Santiago de Pardesoa (concelho de Forcarei), Codeseda, Santiago de Tabeirós, A Estrada (concelho de A Estrada), Pontevea, Reis, Cacheiras e Montouto (concelho de Teo) até Santiago de Compostela.

O objetivo foi compilar toda a documentação disponível no sentido de recuperar um caminho de peregrinação medieval, histórico, e facilitar o trabalho de investigação da direção geral do património da Junta da Galiza [governo regional], a quem cabe a última palavra sobre o reconhecimento da importância do itinerário”, explica Jorge Fernández.

O levantamento concentra o resultado das investigações desenvolvidas por Luís Ferro Pego (historiador), Jorge Fernández e Carlos de Barreira (presidente da Associação Codeseda Viva). O estudo deste percurso histórico entre Braga e Santiago de Compostela começou em 2009, mas ganhou um novo fôlego quando os três se reuniram, em novembro de 2016, com Abdón Fernández, o presidente da Associação Jacobeia do Caminho Minhoto Ribeiro, a outra organização privada que investiga a história do itinerário.

O Caminho Jacobeu de A Estrada – Um histórico caminho de peregrinação e comércio” demorou quatro meses a organizar e foi concluído a 26 de abril último.“Estou 100% convencido que é importante para o reconhecimento como itinerário cultural ou jacobeu antes de 2021. O estudo confirma a existência de um caminho muito importante. É muito fácil de ler e até para a pessoa mais cética fica claro que aqui havia um caminho de peregrinação medieval”, destaca o autor.

Foi um desafio pessoal, que perseguia desde novembro de 2016, como habitante de Codeseda e de A Estrada, como apaixonado pela história, arte, arqueologia e, sobretudo, para honrar o povo português e os galegos da raia que com muito sofrimento passavam pela minha aldeia natal para homenagear o Senhor Santiago”, adianta Jorge Fernández, autor de 80% da pesquisa incluída na obra.

Mas penso que este é um trabalho de uma equipa e isso é que deve ser destacado. Cada um contribuiu como pôde. Como costumo dizer: “O protagonista foi, é, e será o caminho e os peregrinos que o percorrem. Devemos deixar o ego pessoal de lado e ajudar em tudo o que for possível”, destaca.

O estudo tem 409 páginas, mais um mapa no final com o traçado, elementos patrimoniais e vestígios jacobeus mais importantes. Aanálise dos documentos, cerca de 85% originais, é mínima porque, segundo o autor, “devem falar, e falam, por si”. É dado destaque aos mais importantes e a muitas fotografias.

O texto da autoria de Jorge Fernández “é mínimo” e aparece sobretudo na introdução, num breve estudo comparativo da representação em pedra da Epifania na igreja de Codeseda, nos artigos sobre vestígios jacobeus e escritores galegos que falam do caminho, e em comentários sobre diversos arquivos.

O livro conta, pelo menos para já, apenas sete exemplares e não pode ser vendido ou consultado. No entanto, o autor está convencido de que pelo menos o município de A Estrada o quererá publicar no futuro.

A Associação Codeseda Viva e  a Associação do Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro coordenam a investigação histórica, patrimonial, do traçado e sobre outros recursos necessários à validação deste caminho, um trabalho iniciado em 2009 que pretendem ver reconhecido com a homologação do traçado até ao Ano Santo Jacobeu de 2021.

O Caminho da Geira Romana e dos Arrieiros (também conhecido como Caminho Jacobeu Minhoto Ribeiro) foi percorrido em 2017 por cem pessoas, estimando-se que o número cresça até 500 no corrente ano.

O AUTOR

Jorge Fernández

Jorge Fernández Guerra, nasceu em Codeseda, (A Estrada), Espanha, o 1 de setembro de 1970 (47 anos).

É um apaixonado pela história, arte e arqueologia. Já descobriu nos montes de A Estrada, Forcarei e Cuntis um total de 61 petróglifos (Arte Rupestre), e alguns vestígios históricos importantes na igreja e em Codeseda. Está a preparar um livro sobre a arte rupestre do concelho de A Estrada. É o autor de “O Caminho Jacobeu de A Estrada – Um histórico caminho de peregrinação e comércio pela comarca de Tabeirós – Terra de Montes/Documentação”, agora editado pela Associação Codeseda Viva. É formador em cozinha e pastelaria no Centro Integrado de Formação Profissional de Compostela (Santiago de Compostela), assessor culinário numa grande empresa de alimentação galega e administra a páginahttp://www.saboresdehoy.com/">www.saboresdehoy.com, que serve de apoio aos seus alunos de cozinha.


El Fiscal de Santiago Jorge Fernández de Aránguiz y Caño afirma en un DECRETO que no tiene relevancia penal que un letrado de la Xunta realice desde otra entidad "AUTOCONTRATACIÓN EN LA ADMINISTRACIÓN PÚBLICA"....+

Con fecha 20 del 7 de 2018 la Fiscalía de Santiago notifica DECRETO sobre las diligencias 23/2018 seguidas por el Fiscal Jorge Fernández de Aranguiz y Caño que resuelve archivar las investigaciones al considerar que según la normativa de la USC no hay materia penal que justifique continuar con el proceso.

En el decreto se recoge acreditado como el Sr Millan Calenti (contrató subvenciones públicas con la Xunta) y Montero Villar ordenaron propuestas de pagos internas para si mismos al CECOOP por trabajos que realizaron ambos que "el Decreto Fiscal afirma son legales". En la documentación sin embargo no constan los datos referentes al IVA u otros tributos del citado pago, ni los fundamentos jurídicos sobre "AUTOCONTRATACIÖN E INCOMPATIBILIDADES DE LA XUNTA DE GALICIA"......(+)


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